A Organização Mundial do Comércio (OMC) anunciou planos para cortar 10% de seu orçamento, uma medida que inclui o congelamento de contratações e a redução de pessoal de curto prazo. A decisão é uma resposta direta aos atrasos nas contribuições financeiras de seus membros, notadamente os Estados Unidos, que é o maior contribuinte da organização. A OMC já vinha enfrentando a maior crise de atrasos em uma década, o que agrava a pressão financeira sobre a entidade.
Entre as propostas para a redução de custos estão o corte de 39 cargos e a substituição de funcionários por estagiários. A situação reflete uma postura mais ampla dos EUA sob a administração do presidente Donald Trump, que já havia abalado o comércio internacional com a imposição de tarifas e o bloqueio de nomeações para o tribunal de apelações da OMC. O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, reiterou que Washington priorizará canais comerciais regionais e bilaterais em vez da OMC, indicando uma possível desvalorização do papel da organização por parte da maior economia global.
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