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Narges Mohammadi é hospitalizada com saúde instável após crise na prisão

A ativista iraniana e Nobel da Paz, Narges Mohammadi, foi transferida da prisão para um hospital devido à grave piora de sua saúde, com risco de morte e quadro instável.

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Foto: NYTimes World
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01/05 às 15:03 · atualizado 02/05 às 09:01

Pontos principais

  • Narges Mohammadi, ativista iraniana e vencedora do Prêmio Nobel da Paz, foi transferida da prisão para um hospital em 1º de maio de 2026.
  • A transferência ocorreu após uma grave piora em seu estado de saúde, com risco de morte e quadro instável, necessitando de suporte de oxigênio.
  • Ela sofreu um ataque cardíaco em março, perdeu mais de 19 quilos e sente dores no peito, com advogados alertando para seu estado crítico.
  • Médicos e a família de Mohammadi solicitam a transferência para um hospital adequado em Teerã, mas o pedido não foi atendido pelas autoridades iranianas.
  • Autoridades iranianas recusaram pedidos para suspender temporariamente sua pena e permitir atendimento cardíaco especializado.
  • Mohammadi foi presa novamente em dezembro de 2025 e recebeu uma nova condenação em fevereiro, ampliando sua pena.
  • O irmão da ativista expressa medo de receber a notícia da morte dela, descrevendo a situação como uma 'morte em câmera lenta'.
  • A Fundação Narges apela à comunidade internacional e às Nações Unidas para pressionar o Irã pela transferência e libertação da ativista.

A ativista iraniana Narges Mohammadi, laureada com o Prêmio Nobel da Paz, foi transferida da prisão para um hospital nesta sexta-feira, 1º de maio de 2026, devido à grave deterioração de sua saúde. Mohammadi, que está presa, enfrenta um risco iminente de morte pela ausência de tratamento médico adequado e apresenta um quadro de saúde instável, necessitando de suporte de oxigênio. Em março, ela sofreu um ataque cardíaco e, desde então, perdeu mais de 19 quilos, com sua pressão arterial permanecendo em níveis perigosos e dores no peito, segundo seus advogados e familiares. A ativista colapsou na prisão devido a um problema cardíaco, o que levou à sua hospitalização e intensificou as preocupações sobre as condições de saúde dos prisioneiros políticos no Irã.

As autoridades iranianas têm recusado consistentemente os pedidos para que a pena de Mohammadi seja suspensa temporariamente, impedindo-a de receber atendimento cardíaco especializado em Teerã. Médicos e a família da ativista solicitaram sua transferência para um hospital adequado na capital, mas o pedido não foi atendido. Mohammadi foi detida novamente em dezembro de 2025 e recebeu uma nova condenação em fevereiro, o que resultou no aumento de sua pena. O irmão da ativista expressou o medo de receber a notícia da morte dela, descrevendo a situação como uma 'morte em câmera lenta'. A Fundação Narges fez um apelo à comunidade internacional e às Nações Unidas para que pressionem o Irã pela transferência e libertação da ativista, destacando a situação de prisioneiros políticos no país.

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