O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou uma revisão da presença militar americana na Alemanha, dias após o chanceler alemão Friedrich Merz criticar abertamente a estratégia dos EUA na guerra contra o Irã. A decisão, que pode levar a uma redução ou realocação das forças, intensifica as tensões entre os dois líderes e reflete o crescente atrito nas relações diplomáticas e com a OTAN.
Merz criticou a abordagem dos EUA no conflito, afirmando que o país está sendo humilhado e não possui um plano claro. Em resposta, Trump questionou o conhecimento de Merz sobre o assunto e o desempenho econômico da Alemanha. Além disso, o governo Trump tem criticado membros da OTAN por não apoiarem a guerra dos EUA e Israel contra o Irã, repreendendo alguns países por não enviarem suas marinhas para ajudar a abrir o Estreito de Ormuz. Apesar da Alemanha ter autorizado o uso de suas bases militares para ataques contra o Irã, Merz passou a criticar a guerra, embora tenha afirmado que sua relação pessoal com Trump permanece intacta.
A revisão das tropas foi anunciada por Trump em uma postagem na plataforma Truth Social, onde ele expressou frustração com a falta de apoio da Alemanha no conflito. A decisão final sobre a redução de tropas será tomada em breve, indicando um crescente atrito entre os EUA e seus aliados da OTAN. Trump já havia feito ameaças semelhantes de redução de tropas na Alemanha durante seu primeiro mandato.
A presença militar dos EUA na Alemanha tem sido um pilar da segurança europeia por décadas e um elemento de longa data nas relações transatlânticas. Qualquer alteração pode ter implicações significativas para a aliança e a geopolítica regional.
InfoMoney • 30 abr, 06:27
The Guardian World • 30 abr, 05:55
RFI (EN) • 29 abr, 19:38
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