A Suprema Corte dos EUA enfraqueceu a Seção 2 da Lei do Direito ao Voto, que proibia o gerrymandering discriminatório racialmente, por meio da decisão no caso Louisiana v. Callais. Esta seção foi fundamental para desmantelar as leis Jim Crow e garantir a proteção do voto para pessoas de cor, especialmente afro-americanos. A restrição levanta preocupações significativas sobre as salvaguardas federais em um momento em que os estados redesenham o poder político e a demografia dos EUA se torna cada vez mais diversa.
Líderes de direitos civis, como Sophia Lin Lakin da ACLU e Derrick Johnson da NAACP, classificaram a decisão como uma "traição profunda" e um "golpe devastador". Especialistas alertam que o enfraquecimento da Seção 2 pode impactar de um a três assentos nas eleições de 2026 e ter consequências "apocalípticas" para distritos de maioria negra no Deep South em 2028, à medida que a natureza da discriminação eleitoral evolui de testes de alfabetização para disputas sobre linhas distritais e leis de identificação de eleitores.
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