SpaceX vincula remuneração de Musk a colônia de 1 milhão em Marte e data centers no espaço
Bônus em ações com supervoto exigem que a SpaceX valha US$7,5tri e opere 100 terawatts de computação no espaço.
Pontos principais
- Primeiro bônus: 200 milhões de ações com supervoto se SpaceX valer US$7,5 trilhões e colonizar Marte com 1 milhão de pessoas
- Segundo bônus: parcelas conforme valor de mercado subir em incrementos de US$500 bilhões, até US$6,6 trilhões
- Condição do segundo: operar data centers no espaço com 100 terawatts de capacidade
- Musk controla 79% dos votos com 42% do capital; salário nominal de US$54.080/ano
- SpaceX mira IPO em 28 de junho a US$1,75 trilhão
- Gatilho do primeiro bônus é mais de 4x acima do IPO previsto
A SpaceX aprovou um pacote de remuneração para Elon Musk em dois bônus, ambos em ações com supervoto (Classe B, dez votos cada). O primeiro só destrava se a empresa atingir US$7,5 trilhões de valor de mercado e estabelecer uma colônia permanente de 1 milhão de pessoas em Marte.
O segundo é liberado em parcelas conforme o valor de mercado subir em incrementos de US$500 bilhões (até US$6,6 trilhões), condicionado a operar data centers no espaço com 100 terawatts de capacidade, equivalente a 100 mil reatores nucleares simultâneos. Não há prazo definido. Musk recebe salário nominal de US$54.080 por ano. A SpaceX mira IPO em 28 de junho a US$1,75 trilhão — o gatilho do primeiro bônus é mais de quatro vezes acima disso.
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