Entidades de jornalismo, incluindo Fenaj e SJPDF, repudiaram a agressão sofrida pela repórter Heloísa Vilella na Câmara dos Deputados por uma militante bolsonarista, exigindo responsabilização.

Instituições de jornalismo, como a Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), repudiaram a agressão sofrida pela repórter Heloísa Vilella, do ICL Notícias, no Salão Verde da Câmara dos Deputados. Uma militante bolsonarista interrompeu a transmissão ao vivo da jornalista, desrespeitando a profissional e a imprensa. As entidades exigem a identificação e responsabilização da agressora pelas autoridades competentes.
Heloísa Vilella é uma jornalista com vasta experiência, tendo atuado como correspondente internacional e coberto eventos de grande relevância. Ela já foi alvo de outros ataques, incluindo hostilização em Nova York em 2022 e uma campanha de ódio em 2024. As organizações sindicais se solidarizaram com a repórter, oferecendo apoio, e reiteraram que a liberdade de imprensa é inegociável, destacando que "jornalista agredida é democracia ferida".
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