A Câmara dos Representantes dos EUA aprovou o financiamento para grande parte do Departamento de Segurança Interna (DHS) por votação oral, encerrando a paralisação parcial de 75 dias, a mais longa na história do país. A medida bipartidária, que inclui financiamento para o Serviço Secreto e a Transportation Security Administration (TSA), evita que o DHS permaneça fechado até meados de maio e segue agora para sanção do presidente Donald Trump, que havia alertado sobre o esgotamento de recursos temporários para funcionários da TSA e outros setores. A aprovação ocorreu dias antes de trabalhadores da TSA perderem seus pagamentos, o que ameaçava causar caos nos aeroportos pela segunda vez no ano. Um acordo de última hora sobre provisões de combustível de etanol não relacionadas ajudou a garantir os votos necessários para a aprovação, resolvendo um impasse que expôs tensões dentro do Partido Republicano.
O acordo de financiamento em duas etapas foi negociado no início de abril pelo Presidente da Câmara, Mike Johnson, e o Líder da Maioria no Senado, John Thune. O Senado já havia aprovado unanimemente o pacote de financiamento semanas antes. O projeto exclui as operações de fiscalização imigratória, como o ICE e a Patrulha de Fronteira, que já estavam cobertas por uma lei de 2025 e serão tratadas separadamente. A Câmara também aprovou uma resolução orçamentária para iniciar o processo de fornecimento de US$ 70 bilhões em novo financiamento para a aplicação da lei de imigração e deportações até o fim do mandato de Trump em janeiro de 2029.
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