A Gerdau (GGBR4) anunciou um lucro líquido ajustado de R$ 1 bilhão no primeiro trimestre de 2026, representando um crescimento de 33,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Este desempenho positivo levou instituições financeiras como Itaú BBA e XP Investimentos a revisarem para cima suas projeções e preços-alvo para as ações da companhia. A XP Investimentos, em particular, ressaltou o contínuo foco da Gerdau em ganhos de eficiência e a capacidade de repassar custos de forma seletiva no mercado brasileiro, impulsionada por uma demanda resiliente nos setores de construção e infraestrutura.
Em contrapartida, o Morgan Stanley optou por manter uma recomendação neutra para a Gerdau, citando um potencial limitado de valorização e preocupações quanto à eficácia das medidas antidumping no Brasil para conter as importações de aço. Apesar disso, a Gerdau reforçou sua política de alocação de capital disciplinada, priorizando o retorno aos acionistas por meio de dividendos e programas de recompra de ações, enquanto a perspectiva para a América do Norte permanece construtiva, impulsionada pela demanda estrutural e expansão dos metal spreads.
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