O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, afirmou que o próximo orçamento não incluirá novo imposto sobre contratos de exportação de gás, criticando a campanha 'populista'.

O primeiro-ministro australiano, Anthony Albanese, anunciou que a Austrália não irá comprometer os contratos existentes de exportação de gás natural liquefeito (GNL) no próximo orçamento do país, nem incluirá um novo imposto sobre esses acordos. A declaração visa tranquilizar o mercado e os parceiros comerciais, enfatizando a importância de manter a estabilidade nos acordos energéticos.
Albanese criticou a campanha 'populista' que defendia a imposição de uma taxa de 25% sobre os produtores de gás, afirmando que o meio de uma crise global de combustível é o 'pior momento possível para comprometer' as parcerias da Austrália com parceiros comerciais asiáticos. Ele alertou que qualquer tentativa de minar esses contratos representaria um risco significativo, podendo prejudicar o investimento no setor de energia e comprometer a segurança do fornecimento de combustível em escala internacional. A decisão reflete o compromisso da Austrália em manter sua reputação como fornecedor confiável de energia e evitar alienar parceiros comerciais dos quais depende para o fornecimento de diesel e gasolina.
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