O premiê de New South Wales (NSW), Chris Minns, sinalizou um possível recuo na proibição da frase "globalizar a intifada", indicando que a decisão final dependerá do resultado de um desafio constitucional a uma medida similar em Queensland. Minns havia inicialmente se mostrado enfático em banir o que descreveu como "retórica odiosa e violenta", especialmente após o ataque terrorista em Bondi.
A questão foi enviada a um inquérito parlamentar para permitir a introdução de legislação. A incerteza sobre a proibição representa uma mudança na postura do governo de NSW, que agora aguarda precedentes legais de outro estado australiano antes de prosseguir com a medida.
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