As ações da Hapvida (HAPV3) registraram uma queda de quase 7% em uma sessão de ajuste, revertendo parte dos ganhos de um rali recente que acumulou quatro altas consecutivas. A movimentação ocorre em meio à redução da participação dos acionistas controladores, que agora detêm 52,47% do capital da empresa, ou 55,51% ao desconsiderar ações em tesouraria.
O Morgan Stanley, em sua análise, aponta que a Hapvida continua sob pressão devido a fatores como a queda no número de beneficiários e o aumento dos custos operacionais. O banco projeta uma perda líquida de 60 mil beneficiários e uma taxa de sinistralidade de 73,6%, além de prever um aumento nas provisões para despesas civis, trabalhistas e tributárias para R$ 240 milhões. A subutilização de ativos hospitalares e a concorrência acirrada são citadas como fatores que devem pressionar ainda mais os custos e limitar o repasse de preços, resultando em uma estimativa de margem EBITDA de 8,4% e lucro líquido ajustado de R$ 79 milhões, apesar dos esforços de eficiência.
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