O Goldman Sachs rebaixou a recomendação das ações da Hapvida (HAPV3) de compra para neutra e reduziu o preço-alvo, citando piora na rentabilidade e fluxo de caixa esperados para 2026.
O Goldman Sachs rebaixou a recomendação das ações da Hapvida (HAPV3) de compra para neutra e cortou o preço-alvo de R$ 18 para R$ 11. A decisão do banco reflete uma piora nas expectativas de rentabilidade e fluxo de caixa da operadora de saúde para 2026, após resultados considerados decepcionantes no quarto trimestre de 2025. A estimativa de lucro líquido ajustado para 2026 foi drasticamente reduzida em 84%, e a projeção de margem Ebitda ajustada caiu de 10,2% para 7,4%.
Além disso, o Goldman Sachs projeta um fluxo de caixa livre para o acionista (FCFE) negativo em R$ 358 milhões em 2026, revertendo uma previsão anterior positiva. Despesas financeiras elevadas e o impacto da judicialização são apontados como fatores de pressão sobre o caixa da empresa. Apesar da revisão negativa, o banco não prevê um estresse imediato de liquidez para a Hapvida, considerando sua posição de caixa e o perfil de vencimento da dívida. As ações da Hapvida registraram queda de 5,43% após o anúncio.
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