Os Emirados Árabes Unidos (EAU) anunciaram que deixarão a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e a Opep+ a partir de 1º de maio. A decisão, comunicada pelo ministro de Energia Suhail Mohamed al-Mazrouei, ocorre após quase 60 anos de participação dos EAU nas organizações e levanta questões sobre o futuro do mercado global de petróleo, representando uma mudança na política energética do país.
A Opep, fundada em 1960, e a Opep+, que inclui grandes produtores como a Rússia, são responsáveis por uma parcela significativa da produção mundial de petróleo e influenciam os preços ao ajustar a oferta. A saída dos Emirados Árabes Unidos pode impactar o equilíbrio entre oferta e demanda, afetando os preços do barril de petróleo e, por extensão, o custo dos combustíveis no Brasil, dependendo da oscilação do mercado, da cotação do dólar e dos impostos. As implicações para a dinâmica e o poder de mercado da Opep serão observadas de perto.
UOL - Economia • 28 abr, 11:33
Folha de São Paulo - Mercado • 28 abr, 11:37
G1 - Economia • 28 abr, 11:03
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