A Aegea, empresa de saneamento, provocou forte reação no mercado de crédito privado ao adiar e posteriormente republicar seus balanços referentes a 2024 e 2025. Apesar da preocupação gerada, a Polo Capital, através de seu sócio Conrado Rocha, manteve a aposta na empresa, argumentando que os ajustes eram de natureza contábil e não impactavam o caixa ou os covenants da companhia. A auditoria KPMG e acionistas de peso permaneceram, reforçando a visão de que a operação e a geração de caixa da Aegea não foram comprometidas.
Simultaneamente, Conrado Rocha também analisou o Banco Master, destacando sua estrutura atípica e a exposição a precatórios e fundos em cascata. A análise revelou uma linha de R$ 8 bilhões em precatórios, com apenas R$ 200 milhões reconhecidos, e uma complexa cadeia de fundos com participações em diversas empresas. O caso do Banco Master ganhou visibilidade após o veto da Caixa Econômica Federal a uma emissão de letras financeiras e a proposta de compra pelo BRB.
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