Figuras proeminentes do Partido Trabalhista criticam a proposta Conservadora de um inquérito sobre Keir Starmer e Peter Mandelson, classificando-a como "manobra política descarada" antes das eleições de maio.

Grandes nomes do Partido Trabalhista, Alan Johnson e David Blunkett, rejeitaram a proposta dos Conservadores de um inquérito sobre alegações de que Keir Starmer mentiu sobre Peter Mandelson. A iniciativa, liderada por Kemi Badenoch, busca que o presidente da Câmara, Lindsay Hoyle, permita uma votação para um inquérito do comitê de privilégios. Johnson e Blunkett classificaram a ação como uma "manobra política descarada" e sem substância, sugerindo que a motivação é puramente política, visando as eleições locais de maio.
A investigação busca determinar se o primeiro-ministro enganou o Parlamento ao afirmar que os procedimentos normais foram seguidos na nomeação de Mandelson. A questão deve ser levada a uma votação na Câmara dos Comuns na segunda-feira. A comparação com o caso de Boris Johnson e Partygate foi considerada absurda, uma vez que as alegações contra Starmer são vistas como espúrias. Há uma preocupação crescente de que o Parlamento esteja se concentrando em disputas internas, desviando a atenção de questões mais importantes para os constituintes.
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