Morgan McSweeney, ex-chefe de gabinete de Keir Starmer, negou as acusações de que intimidou funcionários públicos para aprovar a nomeação de Peter Mandelson como embaixador do Reino Unido. A declaração foi feita antes de uma audiência com parlamentares agendada para a próxima semana, onde ele deverá prestar esclarecimentos sobre o caso. McSweeney, que renunciou ao cargo em fevereiro devido ao seu envolvimento na contratação de Mandelson, afirmou em um fórum de segurança em Kyiv que não reconhece a "personagem" dele retratada na mídia.
Apesar da renúncia de McSweeney, a controvérsia em torno da nomeação de Mandelson não foi resolvida. As acusações de intimidação continuam a gerar repercussão, e a audiência parlamentar será um momento chave para o desenrolar da crise.
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