A Suprema Corte dos Estados Unidos está analisando a constitucionalidade de mandados de geocerca que permitem o rastreamento de dados de localização de smartphones, levantando questões sobre a privacidade dos cidadãos. O caso em questão, Chatrie v United States, centra-se em Okello Chatrie, que foi rastreado por meio de seu telefone após um roubo a banco em 2019. Chatrie se declarou culpado de roubo à mão armada e foi condenado a 12 anos de prisão, mas seus advogados argumentam que as evidências obtidas por meio do rastreamento não deveriam ser admissíveis no tribunal.
Os advogados de Chatrie sustentam que os mandados amplos para dados de localização violam os direitos de privacidade dos americanos. Em contrapartida, o Departamento de Justiça argumenta que as ações realizadas em público com um smartphone não geram uma expectativa de privacidade, defendendo a legalidade da prática. A decisão da Suprema Corte terá implicações significativas para a aplicação da lei e para os direitos de privacidade digital nos Estados Unidos.
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