Golpes cibernéticos contra empreendedores crescem no Brasil
Empreendedores brasileiros, especialmente MEIs, enfrentam uma onda crescente de golpes cibernéticos sofisticados, potencializados por IA, exigindo atenção redobrada e medidas de proteção.
Pontos principais
- Em 2023, 192 milhões de tentativas de ataques foram bloqueadas contra pequenas e médias empresas no Brasil, uma média de 365 golpes por minuto.
- Golpes contra MEIs se intensificam durante o prazo da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI), com criminosos simulando comunicações oficiais.
- O Ministério da Fazenda e a Receita Federal não enviam cobranças por links nem solicitam dados por mensagens, sendo crucial verificar a autenticidade das comunicações.
- A inteligência artificial está tornando as ameaças mais sofisticadas e personalizadas, dificultando a distinção entre mensagens legítimas e falsas.
- Pequenos negócios são alvos frequentes devido a orçamentos limitados, falta de recursos especializados e desafios como trabalho híbrido.
Empreendedores brasileiros, incluindo Microempreendedores Individuais (MEIs), estão enfrentando uma escalada nos golpes cibernéticos, com 192 milhões de tentativas de ataques bloqueadas contra pequenas e médias empresas em 2023, o equivalente a 365 golpes por minuto. A situação se agrava com a sofisticação das ameaças, impulsionadas pela inteligência artificial, que cria golpes mais personalizados e difíceis de identificar. Os criminosos exploram períodos como o da Declaração Anual do Simples Nacional (DASN-SIMEI) para simular comunicações oficiais e induzir pagamentos indevidos ou roubo de dados.
Os golpes mais comuns incluem phishing, ransomware e boletos falsos. Pequenos negócios são alvos preferenciais devido a orçamentos limitados para segurança cibernética e falta de recursos especializados. Para se proteger, é fundamental verificar a origem de cobranças, evitar clicar em links desconhecidos, não informar dados pessoais por canais não verificados e sempre buscar informações em canais oficiais, lembrando que o Ministério da Fazenda e a Receita Federal não enviam cobranças por links nem solicitam dados por mensagens.
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