Um grupo jihadista afiliado à Al Qaeda, o JNIM, reivindicou a autoria de ataques coordenados contra o Exército do Mali, que é governado por uma junta militar. As operações, realizadas em conjunto com rebeldes tuaregues, resultaram na morte de um general e na tomada de duas cidades importantes. Além disso, a residência do ministro da defesa foi destruída durante a ofensiva.
Especialistas classificam estes ataques como uma grande escalada nas hostilidades, representando um desafio significativo para a segurança no Mali. Este incidente destaca a crescente instabilidade na região e a persistência de grupos extremistas, com implicações para a segurança e a estabilidade do país.
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