O Conflito no Sudão é uma guerra civil em curso, caracterizada por combates intensos entre forças paramilitares como as Forças de Apoio Rápido (RSF) e outras facções, resultando na pior crise humanitária de 2025. A violência, que inclui ataques a civis e alvos da ONU, violações de direitos humanos e deslocamentos em massa, concentra-se em regiões como Kordofan, onde milhares morreram e mais de 50 mil foram deslocados. A situação atual é de escalada, com acusações de crimes de guerra e genocídio, e baixa atenção global, apesar da gravidade.
O Conflito no Sudão é uma guerra civil em curso que gerou a pior crise humanitária de 2025, marcada por combates intensos, violações graves de direitos humanos, deslocamentos em massa e baixa atenção global. Regiões como Kordofan enfrentam escalada de violência, com ataques a civis e alvos da ONU, resultando em milhares de mortes e mais de 50 mil deslocados apenas em Kordofan desde outubro.
O conflito envolve confrontos armados entre forças paramilitares, como as Forças de Apoio Rápido (RSF), e outras facções, com acusações de crimes de guerra e genocídio. Em abril de 2025, as RSF atacaram o campo de refugiados de Zamzam, o maior do Sudão, matando mais de 1.000 civis em três dias, com relatos de violência sexual. Recentemente, a violência se intensificou em Kordofan do Sul, com El-Obeid à beira de um ataque, fugas em massa e um ataque de drone a uma base logística da ONU em Kadugli, que matou seis pacificadores bangladeshianos. Mercenários colombianos foram recrutados por empresas registradas no Reino Unido, ligadas a indivíduos sancionados pelos EUA, para lutar ao lado das RSF.
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