A Polícia Federal (PF) deflagrou em 23 de abril a Operação Mercador de Fumaça 2, com o objetivo de investigar um grupo criminoso que prometia influenciar decisões judiciais em troca de pagamentos. A ação resultou no cumprimento de três mandados de busca e apreensão no Distrito Federal.
Segundo as investigações, os criminosos abordavam indivíduos com processos pendentes na Justiça, alegando ter acesso a autoridades do Judiciário e capacidade de obter decisões favoráveis. As vítimas eram induzidas a pagar por essa suposta influência. A PF apura o crime de exploração de prestígio, previsto no Código Penal, que pode acarretar pena de reclusão de um a cinco anos, além de multa.
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