A Justiça argentina ordenou a apreensão dos bens da ex-presidente Cristina Kirchner. A decisão ocorre após a rejeição de um recurso contra sua condenação por corrupção e a manutenção da pena de seis anos de prisão domiciliar. Um tribunal de recursos confirmou o confisco, que se soma à determinação judicial anterior para que Kirchner e outros condenados paguem cerca de US$ 500 milhões em indenizações.
A Suprema Corte da Argentina já havia proibido Kirchner de exercer cargos públicos e mantido a condenação de 2022 por fraude em obras rodoviárias na Patagônia. O processo investiga o direcionamento e superfaturamento na concessão de obras públicas na província de Santa Cruz a empresas de Lázaro Báez. Kirchner, que cumpre a sentença em prisão domiciliar em Buenos Aires, onde continua a liderar seu partido, havia transferido diversas propriedades, incluindo hotéis e apartamentos, para os filhos como adiantamento de herança.
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