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Goldman Sachs vê Ânima melhor posicionada no setor de educação para temporada do 1T26

O Goldman Sachs projeta que a Ânima Educação terá um desempenho superior no 1T26 devido a um ciclo de captação saudável e menor exposição ao ensino digital, enquanto vê dinâmicas de rentabilidade mais fracas para Cogna e Yduqs, e pressão nas margens da Afya.

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22/04 às 12:39

Pontos principais

  • Goldman Sachs espera que a Ânima Educação (ANIM3) supere concorrentes no 1T26, com crescimento de 5,6% na receita líquida, devido a um ciclo de captação mais saudável e menor exposição ao ensino digital.
  • A margem Ebitda ajustada da Ânima deve recuar 0,9 p.p. no 1T26, impactada pela maior exposição de cursos de medicina ao FIES e aumento de despesas de marketing.
  • O banco mantém recomendação de compra para Ânima, com preço-alvo de R$ 5,50.
  • Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) são vistas com dinâmica de rentabilidade mais fraca; Cogna deve ter Ebitda recorrente de R$ 656 milhões no 1T26, impulsionado por receitas adiadas do PNLD.
  • Para Yduqs, projeta-se alta de 5,2% na receita líquida no 1T26, com crescimento em segmentos premium e semipresencial, mas queda de 6% na receita de ensino digital.
  • Afya (AFYA) deve registrar Ebitda ajustado de R$ 512 milhões no 1T26, com pressão nas margens devido à maturação de áreas de educação continuada e prática médica, levando a um corte no preço-alvo e recomendação de venda.
  • JPMorgan observa que mensalidades para novos alunos seguem fortes no ensino presencial (+5%), enquanto o híbrido apresenta volatilidade e o online continua pressionado (0% a -4%).

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