Em 2026, os fundos de ações no Brasil superaram o desempenho do Ibovespa, com alguns tipos, como os FMP-FGTS e fundos mono ações de Petrobras, registrando ganhos de até 50%. Esse resultado positivo é atribuído principalmente à significativa entrada de investidores estrangeiros, que injetaram R$ 68,5 bilhões no mercado brasileiro no mesmo ano, dominando 61% do volume negociado na B3. O cenário macroeconômico favorável e a realocação de capital internacional para o Brasil também contribuíram para a valorização da renda variável.
Apesar do bom desempenho geral, os fundos de ações em geral registraram saques líquidos. Especialistas alertam que, antes de investir, é fundamental considerar o horizonte de investimento, o perfil de risco e a diversificação da carteira, além de não confundir retornos passados com previsibilidade futura. A gestão ativa demonstrou valor em horizontes de longo prazo, e a recomendação é focar em empresas com geração de caixa sólida e menor dependência de financiamento.
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