Interrupção de negócios e commodities lideram riscos corporativos no Brasil
Pesquisa da Aon revela que interrupção de negócios e preço de commodities são os maiores riscos para empresas brasileiras, com destaque para câmbio e riscos climáticos.
Pontos principais
- Interrupção de negócios e risco de preço de commodities lideram o ranking de riscos corporativos no Brasil.
- A variação da taxa de câmbio é o 5º principal risco, afetando 67,4% das empresas brasileiras com perdas financeiras.
- Riscos climáticos e cibernéticos ganham relevância, com o cibernético sendo o 3º risco no Brasil.
- Apenas 24,7% das empresas brasileiras possuem planos estruturados para ataques cibernéticos.
- Para os próximos três anos, preço de commodities, mudanças climáticas e regulatórias são os riscos projetados para liderar no Brasil.
A interrupção de negócios e o risco de preço de commodities são os principais riscos corporativos no Brasil, conforme a Pesquisa Global de Gestão de Riscos 2026 da Aon. O estudo, que consultou 2.941 executivos globalmente, incluindo 155 brasileiros, aponta que o ambiente de negócios nacional está sob pressão de fatores macroeconômicos e operacionais. A variação da taxa de câmbio também se destaca como o 5º risco mais relevante, impactando financeiramente 67,4% das empresas brasileiras nos últimos 12 meses.
Riscos climáticos e cibernéticos demonstram crescente importância no cenário brasileiro. O risco cibernético ocupa a 3ª posição no ranking nacional, apesar de apenas 24,7% das empresas brasileiras terem planos estruturados para lidar com ataques. Para os próximos três anos, a projeção é que o preço de commodities, as mudanças climáticas e os riscos regulatórios continuem a liderar as preocupações das empresas no Brasil.
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