Milhares de pessoas deslocadas pelo incêndio mais letal em décadas em Hong Kong retornam para avaliar danos, recuperar pertences e enfrentar a destruição.
Cinco meses após o incêndio mais letal em décadas atingir Hong Kong, milhares de vítimas estão começando a retornar às suas casas. O incidente, que causou a morte de 168 pessoas, afetou sete dos oito prédios de um complexo residencial em Tai Po, desalojando cerca de 4,6 mil pessoas. Os moradores retornam para avaliar os danos e recuperar pertences, encontrando um cenário de destruição e entulho.
O retorno é marcado por dor e incertezas sobre o futuro. Idosos, que representam mais de um terço dos residentes, enfrentam dificuldades adicionais devido aos elevadores inoperantes. A investigação aponta falha humana em equipamentos de segurança contra incêndio, e há temor de furtos no local. O governo de Hong Kong propõe demolir os prédios e reassentar os moradores, uma decisão que divide a comunidade.
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