Réus condenados a mais de 1.200 anos por chacina no DF
Cinco réus foram condenados a penas que somam mais de 1.200 anos de prisão pela chacina de dez membros de uma mesma família no Distrito Federal.
Pontos principais
- Cinco réus foram condenados pelo Tribunal do Júri de Planaltina pela chacina de dez pessoas da mesma família no Distrito Federal.
- As condenações totalizam mais de 1.200 anos de reclusão para os envolvidos.
- Os crimes ocorreram entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023, motivados pela posse de uma chácara avaliada em R$ 2 milhões.
- As vítimas incluíam a cabeleireira Elizamar Silva, seu marido Thiago Gabriel Belchior, seus três filhos menores e outros cinco familiares.
- Os réus foram condenados por homicídios qualificados, roubo, ocultação e destruição de cadáveres, sequestro, fraude processual, associação criminosa e corrupção de menor.
Cinco réus foram condenados a penas que somam mais de 1.200 anos de reclusão pela chacina de dez membros de uma mesma família no Distrito Federal. O caso, considerado a maior chacina da história da região, teve os crimes ocorrendo entre dezembro de 2022 e janeiro de 2023. A motivação para os assassinatos foi a posse de uma chácara avaliada em R$ 2 milhões.
As vítimas incluíam a cabeleireira Elizamar Silva, seu marido Thiago Gabriel Belchior, seus três filhos menores, e outros cinco familiares. As condenações, proferidas pelo Tribunal do Júri de Planaltina, abrangeram crimes como homicídios qualificados, roubo, ocultação e destruição de cadáveres, sequestro, fraude processual, associação criminosa e corrupção de menor. Gideon Batista de Menezes recebeu a maior pena individual, com 397 anos, oito meses e quatro dias de reclusão, enquanto Carlos Henrique Alves da Silva foi o único a receber pena em regime semiaberto, por cárcere privado.
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