A advogada Áricka Rosalia Alves Cunha foi presa em flagrante por difamação dentro de seu escritório em Cocalzinho de Goiás. A detenção ocorreu após Áricka criticar publicamente, em uma rede social, a decisão do delegado Christian Zilmon Mata dos Santos de arquivar provisoriamente um boletim de ocorrência que ela havia registrado. Vídeos da prisão, nos quais o delegado aparece armado com um fuzil, viralizaram, provocando repercussão nacional e levantando questionamentos sobre a conduta policial.
Áricka foi liberada no mesmo dia após o pagamento de uma fiança de R$ 10 mil, que, de acordo com a advogada, foi exigida em espécie. Em resposta ao incidente, a Ordem dos Advogados do Brasil em Goiás (OAB-GO) e a União Nacional dos Advogados (UNAA) instauraram procedimentos e formalizaram representações por possível abuso de autoridade contra o delegado. A Polícia Civil de Goiás também encaminhou o caso para a Superintendência de Correições e Disciplina para apuração interna.
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