A África do Sul tem espaço fiscal para estender por dois meses o corte no imposto sobre combustíveis, avalia o Citigroup, para proteger consumidores do choque do petróleo.

A África do Sul possui margem fiscal para prolongar por mais dois meses a redução do imposto sobre combustíveis, conforme análise do Citigroup Inc. A medida tem como objetivo principal proteger os consumidores locais do impacto do aumento dos preços do petróleo, que foi exacerbado pela guerra do Irã.
De acordo com a avaliação do Citigroup, a extensão desse corte fiscal implicaria um custo de US$ 732 milhões em receita para o governo sul-africano. A decisão de estender o subsídio visa mitigar os efeitos da volatilidade do mercado global de petróleo sobre a economia doméstica e o poder de compra da população.
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