Instituições brasileiras, como Inca e Fiocruz, elaboram documento conjunto para orientar e fortalecer pesquisas sobre dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), visando embasar políticas públicas de saúde.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em colaboração com outras instituições, estão desenvolvendo um documento conjunto para estabelecer diretrizes e fortalecer as pesquisas sobre dispositivos eletrônicos para fumar (DEFs), popularmente conhecidos como vapes. A iniciativa visa criar uma base científica robusta para subsidiar políticas públicas de saúde no Brasil, especialmente diante do avanço da indústria do tabaco e da necessidade de proteger a população, em particular as novas gerações.
As recomendações foram debatidas em um seminário no Rio de Janeiro, que reuniu especialistas para definir uma agenda de pesquisa prioritária. O diretor-geral do Inca, Roberto Gil, e a coordenadora do Cetab/Fiocruz, Ana Paula Natividade, enfatizaram a urgência de respostas científicas coordenadas. Um levantamento inicial já identificou 59 estudos nacionais sobre DEFs realizados entre 2019 e 2025, abordando desde danos à saúde até aspectos epidemiológicos e regulatórios.
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