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Home office pode influenciar decisão de ter filhos em cenário de queda global

A taxa de fecundidade global continua em declínio, e o home office surge como um possível fator que influencia a decisão de ter filhos, contribuindo para o envelhecimento populacional.

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Foto: Folha de São Paulo - Mercado
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15/04 às 15:05

Pontos principais

  • A taxa de fecundidade global caiu de 4,7 nascimentos por mulher em 1960 para 2,2 em 2024.
  • No Brasil, a taxa de fecundidade é de 1,6, abaixo da média mundial e similar a países desenvolvidos.
  • A população mundial está vivendo mais, o que, combinado com a queda da natalidade, gera um desequilíbrio demográfico.
  • O home office é apontado como um fator que pode influenciar a decisão de ter filhos, impactando as taxas de fecundidade.

A decisão de ter filhos está se tornando mais complexa globalmente, com a taxa de fecundidade em constante declínio. Em 1960, a média era de 4,7 nascimentos por mulher, caindo para 2,2 em 2024. No Brasil, a taxa atual é de 1,6, um número abaixo da média mundial e comparável a nações desenvolvidas como Estados Unidos e França.

Este cenário de menor natalidade, somado ao aumento da expectativa de vida da população mundial, cria um desequilíbrio demográfico significativo. Nesse contexto, o home office é sugerido como um fator que pode influenciar a decisão de ter filhos, impactando ainda mais as taxas de fecundidade.

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