O setor brasileiro de papel e celulose enfrenta um cenário de ceticismo por parte dos investidores, apesar da recente melhora nos preços da celulose. A valorização do real frente ao dólar e as pressões sobre as empresas exportadoras são fatores que geram receio, conforme apontado por análises da XP Investimentos. Analistas preveem desafios no crescimento da receita em reais e na rentabilidade do setor, com a precificação de curto prazo sendo mais influenciada pela oferta e absorção de cortes de produção.
O Itaú BBA destaca um cenário mais positivo para a celulose de fibra curta, mas desafiador para a fibra longa na China. As perspectivas para o segundo semestre de 2026 são consideradas mais complexas devido à retomada florestal na Indonésia e à entrada de nova oferta da APP. A longo prazo, a integração vertical de produtores chineses e o aumento da capacidade de produção na América Latina preocupam os fundamentos do mercado brasileiro de papel e celulose.
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