A Petrobras e o Consórcio de Libra investirão US$ 450 milhões no maior projeto mundial de monitoramento sísmico em subsolo marinho para otimizar a produção no campo de Mero.
A Petrobras e seus parceiros do Consórcio de Libra anunciaram um investimento de US$ 450 milhões (equivalente a R$ 2,2 bilhões) em um projeto de monitoramento sísmico no campo de Mero, localizado na Bacia de Santos. O objetivo principal é maximizar a recuperação das reservas de petróleo e gás, aprofundando a compreensão do reservatório por meio de uma tecnologia avançada de 'ultrassom' do subsolo marinho. Este projeto é descrito como o "mais extenso projeto de monitoramento sísmico mundial".
A tecnologia permitirá identificar estruturas geológicas e a movimentação de fluidos nos reservatórios, otimizando a produção. Os dados começarão a ser coletados a partir do segundo trimestre de 2026, monitorando as atividades de produção dos FPSOs Guanabara (Mero 1) e Sepetiba (Mero 2). A primeira fase de instalação, que incluiu mais de 460 km de cabos com sensores ópticos cobrindo 222 km², foi concluída em março. Uma segunda fase prevê a construção de 316 km adicionais de cabos sismográficos para os FPSOs Duque de Caxias (Mero 3) e Alexandre de Gusmão (Mero 4), com conclusão prevista para o próximo ano.
O Consórcio de Libra é composto pela Petrobras, Shell, TotalEnergies, CNPC e CNOOC Petroleum. A Petrobras, em parceria com a UFRJ, utilizará Inteligência Artificial para analisar continuamente os dados do sistema PRM, garantindo um gerenciamento mais eficiente das operações e maior recuperação de petróleo.
Agência Brasil - EBC • 14 abr, 16:35
Folha de São Paulo - Mercado • 14 abr, 15:51
InfoMoney • 14 abr, 13:47
18 mai, 13:33
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16 mar, 19:00
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