A família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, que morreu sob custódia da Polícia Federal, contesta a tese de suicídio e denuncia a falta de acesso a informações do inquérito.
A família de Luiz Phillipi Machado de Morais Mourão, que morreu sob custódia da Polícia Federal em Belo Horizonte, contesta a versão oficial de suicídio e denuncia a falta de acesso a informações cruciais do inquérito. Mourão faleceu em um hospital após um incidente na Superintendência Regional da PF em Minas Gerais, onde estava detido. A Polícia Federal declarou que ele "atentou contra a própria vida", mas a família refuta essa afirmação, alegando que Mourão não possuía histórico de depressão.
Advogados da família informaram que não tiveram acesso às imagens das câmeras de segurança da PF nem aos autos do inquérito que investiga a morte. Além disso, o laudo oficial do Instituto Médico Legal (IML) de Minas Gerais com a causa da morte ainda não foi disponibilizado. A família também busca acesso aos elementos da 3ª fase da Operação "Compliance Zero" para entender os fatos e contestar as acusações, incluindo o uso do termo "sicário" (assassino de aluguel) atribuído a Mourão.
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