A venda de atestados médicos virtuais falsos tem aumentado no Brasil, gerando investigações policiais, demissões e debates sobre a regulamentação da telemedicina.
A venda de atestados médicos virtuais falsos tem se proliferado no Brasil, com um crescimento exponencial que acende um alerta para empresas e autoridades. A fraude envolve a oferta de documentos sem a necessidade de consulta médica, por meio de sites e aplicativos de mensagens, com preços variados e a inclusão de informações como CID e QR Code para simular autenticidade. Médicos têm seus dados utilizados indevidamente, mesmo sem conhecimento ou participação.
Diante da situação, a Polícia Civil, através de diversas delegacias, está investigando os casos. Empresas, por sua vez, buscam meios próprios para identificar e combater a prática. Embora atestados virtuais sejam válidos quando emitidos após consulta, a falsificação pode resultar em sérias consequências legais para os envolvidos, incluindo penas de prisão, multas e demissão por justa causa para os funcionários que os utilizam.
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