Contas em redes sociais utilizam médicos inexistentes para atrair audiência e monetizar conteúdos de saúde sem procedência confiável.
Cresce nas redes sociais a prática de criação de perfis falsos que utilizam a imagem de médicos inexistentes para disseminar desinformação. Esses perfis utilizam elementos como jalecos e cenários que remetem a consultórios para forjar autoridade e conquistar a confiança do público. O objetivo central da estratégia é atrair audiência para monetizar conteúdos de saúde que, muitas vezes, carecem de qualquer fundamentação científica ou procedência confiável. A dificuldade dos usuários em identificar a veracidade desses perfis representa um desafio significativo para as plataformas digitais. Especialistas alertam que o consumo de orientações médicas sem procedência verificada coloca em risco a saúde da população, reforçando a necessidade de cautela ao buscar informações sobre tratamentos e diagnósticos em ambientes digitais não regulados.
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