A eleição presidencial no Peru foi marcada por problemas logísticos que atrasaram a votação em diversas localidades, levando à reabertura de seções e à extensão do prazo para milhares de eleitores.
A eleição presidencial no Peru foi afetada por falhas logísticas significativas que causaram atrasos na votação e impediram milhares de cidadãos de exercer seu direito. Em resposta, as autoridades eleitorais reabriram seções e estenderam o prazo de votação para 63.300 moradores de Lima, além de eleitores em Orlando e Paterson, que puderam votar na segunda-feira. O voto é obrigatório no Peru para cidadãos entre 18 e 70 anos, e o não comparecimento acarreta multa.
Este pleito ocorre em um contexto de alta fragmentação política, com um recorde de 35 candidatos disputando a presidência, e um eleitorado profundamente dividido. O país enfrenta um cenário de crescente criminalidade e corrupção, o que contribui para o descontentamento popular. Rafael López Aliaga lidera a apuração preliminar, mas um segundo turno é considerado praticamente certo, dada a pulverização dos votos. O Peru teve nove presidentes nos últimos dez anos, e todos os eleitos neste século enfrentaram problemas legais.
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