A campanha eleitoral peruana encerrou com um número recorde de 35 candidatos à presidência, sem um favorito claro para evitar o segundo turno.
A campanha eleitoral para a presidência do Peru chegou ao fim com um recorde de 35 candidatos, refletindo uma profunda crise política que levou a oito presidentes em uma década. Nenhum dos postulantes demonstra ter votos suficientes para evitar um segundo turno, com as pesquisas apontando Keiko Fujimori como a favorita, embora a disputa pelo segundo lugar esteja acirrada entre Carlos Álvarez, Rafael López Aliaga, Ricardo Belmont e Roberto Sánchez.
Em um cenário de exaustão eleitoral e discursos radicais, muitos candidatos prometem reprimir o crime, frequentemente associando-o à imigração irregular. Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori, baseia sua campanha em referências ao pai e propostas de controle de fronteiras. Outros candidatos, como Rafael López Aliaga, da direita cristã, propõem medidas extremas como a expulsão de imigrantes irregulares e o isolamento de criminosos em prisões na floresta, enquanto Carlos Álvarez defende a volta da pena de morte e Roberto Sánchez, de esquerda, promete indulto a Pedro Castillo.
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