Presidente interino do Cade deixa cargo e é substituído por provisório
Gustavo Augusto Freitas de Lima, presidente interino do Cade, encerra seu mandato de nove meses e será substituído por Diogo Thomson, gerando preocupações sobre o quórum do órgão.
Pontos principais
- Gustavo Augusto Freitas de Lima deixa a presidência interina do Cade após nove meses.
- Diogo Thomson, conselheiro mais antigo, assume interinamente a presidência do Cade.
- A saída ocorre sem a indicação de um nome definitivo pelo governo Lula, com nomeações travadas no Senado.
- O Cade operará com o mínimo de quatro conselheiros, levantando preocupações sobre a capacidade de manter o quórum para julgamentos.
- A gestão de Gustavo Augusto foi marcada por divisões internas e julgamentos de fusões importantes.
O presidente interino do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Gustavo Augusto Freitas de Lima, deixará o cargo após nove meses, sendo substituído por Diogo Thomson, o conselheiro mais antigo. A mudança ocorre sem a indicação de um novo presidente pelo governo Lula, com as nomeações para o Cade e outras posições importantes, como o Supremo Tribunal Federal (STF), travadas no Senado. A gestão de Gustavo Augusto foi marcada por divisões internas no tribunal e por julgamentos de fusões importantes, como Petz/Cobasi e BRF/Marfrig.
Com a saída de Gustavo Augusto, o Cade operará com o mínimo de quatro conselheiros, gerando preocupações sobre a capacidade de manter o quórum para julgamentos. O conselheiro Carlos Jacques é o nome mais cotado para a presidência efetiva do Cade, mas a definição depende de um acordo entre o governo e o Senado. O Cade está no centro de discussões sobre a regulação de plataformas digitais e a fiscalização do mercado de combustíveis, com o projeto de lei para a Superintendência de Mercados Digitais (SMD) aguardando tramitação.
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