Gustavo Augusto Freitas de Lima, presidente interino do Cade, encerra seu mandato de nove meses e será substituído por Diogo Thomson, gerando preocupações sobre o quórum do órgão.
O presidente interino do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Gustavo Augusto Freitas de Lima, deixará o cargo após nove meses, sendo substituído por Diogo Thomson, o conselheiro mais antigo. A mudança ocorre sem a indicação de um novo presidente pelo governo Lula, com as nomeações para o Cade e outras posições importantes, como o Supremo Tribunal Federal (STF), travadas no Senado. A gestão de Gustavo Augusto foi marcada por divisões internas no tribunal e por julgamentos de fusões importantes, como Petz/Cobasi e BRF/Marfrig.
Com a saída de Gustavo Augusto, o Cade operará com o mínimo de quatro conselheiros, gerando preocupações sobre a capacidade de manter o quórum para julgamentos. O conselheiro Carlos Jacques é o nome mais cotado para a presidência efetiva do Cade, mas a definição depende de um acordo entre o governo e o Senado. O Cade está no centro de discussões sobre a regulação de plataformas digitais e a fiscalização do mercado de combustíveis, com o projeto de lei para a Superintendência de Mercados Digitais (SMD) aguardando tramitação.
9 abr, 11:54
31 mar, 11:00
19 mar, 00:01
29 jan, 13:53
27 jan, 22:03