O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, confirmou que deixará o cargo em fevereiro, em decisão acordada com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A data exata de sua saída ainda será definida, mas a mudança é dada como certa. Haddad aproveitou a ocasião para defender o nome de Dario Durigan, atual secretário-executivo da pasta, como seu possível sucessor, ressaltando sua experiência na Casa Civil, na prefeitura de São Paulo e no próprio Ministério da Fazenda, além de seu alinhamento com governos progressistas.
Em seu balanço de gestão, Haddad mencionou ter herdado uma situação fiscal desafiadora e destacou a redução do déficit por meio do corte de gastos tributários e da limitação do crescimento da despesa. Ele celebrou indicadores econômicos positivos, como a menor inflação em quatro anos, a menor taxa de desemprego da história e a Bolsa de Valores acima de 180 mil pontos, reforçando a relevância de sua saída e a transição na liderança econômica do país.
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