Professores do Rio paralisam por 24h por salários e condições de trabalho
Professores e funcionários administrativos das redes estadual e municipal do Rio de Janeiro realizaram uma paralisação de 24 horas para exigir recomposição salarial e melhores condições de trabalho.
Pontos principais
- A paralisação de 24 horas foi realizada por professores e funcionários administrativos das redes estadual e municipal de educação do Rio de Janeiro.
- As principais reivindicações incluem a recomposição de perdas salariais, estimadas em 24,07% desde 2019.
- A categoria estadual, representada pelo Sepe, planeja uma nova assembleia para 5 de maio para avaliar o estado de greve.
- Profissionais da rede municipal agendaram nova assembleia para 16 de maio e realizaram um ato público na Cinelândia.
- As Secretarias Estadual e Municipal de Educação afirmaram que as aulas ocorreram normalmente e que mantêm diálogo com os sindicatos.
Professores e funcionários administrativos das redes de educação municipal e estadual do Rio de Janeiro realizaram uma paralisação de 24 horas. O movimento teve como objetivo pressionar por recomposição salarial e melhores condições de trabalho, com perdas salariais calculadas em 24,07% desde 2019.
Representantes da categoria estadual, por meio do Sepe, agendaram uma nova assembleia para 5 de maio para discutir a possibilidade de greve, após um ato na Alerj. Já os profissionais da rede municipal marcaram uma assembleia para 16 de maio e realizaram um ato público na Cinelândia. As reivindicações específicas incluem o cumprimento integral do acordo de recomposição de 2021 pela rede estadual e o pagamento do Acordo de Resultados 2024, entre outros pontos, para os professores municipais. As Secretarias de Educação, por sua vez, informaram que as aulas ocorreram normalmente e que o diálogo com os sindicatos está mantido.
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