A direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) decidiu apoiar a pré-candidatura de Juliana Brizola (PDT) ao governo do Rio Grande do Sul em 2026. A medida, definida pelo Grupo de Trabalho Eleitoral (GTE) e sob pressão do presidente Lula, representa uma intervenção no diretório gaúcho e marca a primeira vez que o PT não terá um candidato próprio para o governo do estado. Edegar Pretto (PT), que era pré-candidato, desistiu de sua postulação e deve ser o vice na chapa de Juliana Brizola.
Essa articulação faz parte de uma estratégia nacional do PT para garantir um palanque único para a campanha de reeleição do presidente Lula no Rio Grande do Sul. A decisão gerou críticas internas, com Valter Pomar criticando a "intervenção", enquanto José Dirceu defendeu a estratégia de aliança. O PSOL, que apoiava Pretto, discorda do acordo com o PDT e ameaça deixar a aliança. Pesquisas de intenção de voto mostram Luciano Zucco (PL) em primeiro lugar, seguido por Juliana Brizola e Edegar Pretto.
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