A direção nacional do PT ameaça intervir no diretório do Rio Grande do Sul para forçar uma aliança com Juliana Brizola (PDT), gerando racha e possível candidatura própria do PSOL.
A direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) ameaça intervir no diretório do Rio Grande do Sul para assegurar uma aliança com Juliana Brizola (PDT) na disputa pelo governo estadual. Essa movimentação contraria a preferência do núcleo local do partido, que defende a candidatura própria de Edegar Pretto, já apoiado por PSOL, PCdoB, PV, Rede e PSB. O presidente nacional do PT, Edinho Silva, criticou a manutenção de dois palanques e defendeu a união para combater o que ele descreveu como "fascismo materializado no projeto da família Bolsonaro".
A possível intervenção tem gerado um racha na esquerda gaúcha, com o PSOL ameaçando lançar uma candidatura própria ao Palácio Piratini caso a aliança com o PDT se concretize e desfaça o acordo atual. Juliana Brizola, que apresenta melhor desempenho nas pesquisas, já se reuniu com o presidente Lula para discutir apoio. As pesquisas no estado indicam Zucco (PL) na liderança, seguido por Brizola, Pretto e Gabriel Souza (MDB).
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