Congressistas da base aliada do governo Lula entregaram ao STF um relatório alternativo da CPMI do INSS, pedindo o indiciamento de 130 pessoas e a investigação de outras 71.
Congressistas da base aliada do governo Lula entregaram um relatório alternativo da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS ao ministro André Mendonça do Supremo Tribunal Federal (STF). O documento pede o indiciamento de 130 pessoas e a investigação de outras 71, já tendo sido encaminhado à Polícia Federal. O deputado Paulo Pimenta (PT-RS) declarou que o esquema de desvio de aposentadorias foi facilitado e consolidado durante o governo de Jair Bolsonaro.
O relatório paralelo, liderado pelo deputado Rogério Correia (PT-MG), foi apresentado em 27 de março com o objetivo de obstruir a votação do parecer oficial da CPMI. O texto alternativo amplia o número de investigados para cerca de 201 nomes e sugere o indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro como o "cérebro" do esquema de corrupção. O senador Flávio Bolsonaro também é mencionado no relatório por lavagem de dinheiro, e há referências ao financiamento de campanhas de Onyx Lorenzoni e Tarcísio de Freitas.
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