Coalizão eólica marinha é lançada em Brasília para impulsionar setor
A Coalizão Eólica Marinha (CEM) foi lançada em Brasília para acelerar a regulamentação e o desenvolvimento da energia eólica offshore no Brasil.
Pontos principais
- A Coalizão Eólica Marinha (CEM) foi lançada em Brasília com o objetivo de promover a energia eólica offshore no Brasil.
- O setor tem potencial para movimentar R$ 900 bilhões na economia brasileira até 2050 e gerar 500 mil empregos.
- O governo federal está em processo de regulamentação da atividade, com expectativa de um decreto para concessão de áreas até maio.
- A CEM é composta por empresas e instituições como Global Wind Energy Council (GWEC), Ocean Winds, Mingyang, Windar e a brasileira Ocêanica.
- O Ministério de Minas e Energia (MME) estima um potencial de 1.200 GW para a energia eólica offshore nas macrorregiões brasileiras.
A Coalizão Eólica Marinha (CEM) foi lançada em Brasília com o objetivo de impulsionar a regulamentação e o desenvolvimento da energia eólica offshore no Brasil. A iniciativa busca acelerar o processo de estabelecimento de um marco regulatório para o setor, que tem um potencial significativo de crescimento no país. O Banco Mundial estima que a energia eólica marinha pode movimentar R$ 900 bilhões em valor agregado na economia brasileira até 2050, além de criar 500 mil empregos.
O governo federal já iniciou a regulamentação da atividade, e um decreto para a concessão de áreas é esperado até maio. A CEM, que inclui membros como Global Wind Energy Council (GWEC), Ocean Winds e a brasileira Ocêanica, destaca a importância da definição de uma agência reguladora para o setor, que pode ser a Aneel ou a ANP. O Ministério de Minas e Energia (MME) aponta um potencial de 1.200 GW nas macrorregiões brasileiras (Nordeste, Sudeste e Sul), evidenciando a relevância estratégica da energia eólica offshore para a matriz energética do país.
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