Brasil assume Zopacas e defende Atlântico Sul livre de conflitos
O Brasil assumiu a presidência da Zopacas, aliança de 24 países, com o objetivo de manter o Atlântico Sul livre de guerras e tensões geopolíticas.
Pontos principais
- O Brasil assumiu a presidência rotativa da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (Zopacas) por um período de três anos.
- A Zopacas, criada pela ONU em 1986, reúne 24 países da América do Sul e da costa oeste africana.
- O ministro Mauro Vieira destacou a importância de manter a região livre de conflitos, disputas geopolíticas e armas nucleares.
- A política externa brasileira prioriza a Zopacas, focando em segurança marítima, combate ao tráfico e pesca ilegal, e conservação ambiental.
- O Brasil pretende aprovar o Santuário de Baleias do Atlântico Sul e assinar a Convenção para a Proteção do Meio Ambiente Marinho na região.
O Brasil assumiu a presidência rotativa da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul (Zopacas) por três anos, sucedendo Cabo Verde. A Zopacas, estabelecida pela ONU em 1986, é composta por 24 nações da América do Sul e da costa oeste africana. O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, enfatizou o compromisso brasileiro em manter o Atlântico Sul como uma zona de paz, livre de guerras, disputas geopolíticas e armas nucleares, rejeitando a importação de conflitos externos para a região.
A política externa brasileira prioriza a atuação na Zopacas, com foco em segurança marítima, combate ao tráfico de drogas e à pesca ilegal, além da conservação ambiental. Entre as iniciativas, o Brasil busca a aprovação do Santuário de Baleias do Atlântico Sul e a assinatura da Convenção para a Proteção do Meio Ambiente Marinho na região. A Agência Brasileira de Cooperação (ABC) também apoia projetos de desenvolvimento e combate à pobreza nos países membros.
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