Um psicólogo alertou que 1% a 3% dos apostadores podem desenvolver transtorno do jogo, com a regulamentação visando mitigar riscos de compulsividade.
Um psicólogo alertou que entre 1% e 3% dos apostadores podem desenvolver transtorno do jogo, enquanto cerca de 5% podem enfrentar problemas associados à prática. A declaração foi feita por Cristiano Costa, psicólogo da EBAC, durante o evento BiS SiGMA South America 2026, focado em iGaming e apostas esportivas. No Brasil, que conta com aproximadamente 25 milhões de apostadores, a maioria utiliza as plataformas sem desenvolver problemas de compulsividade.
A regulamentação das apostas no país busca promover o jogo responsável, incluindo mecanismos de prevenção. As plataformas de apostas monitoram ativamente sinais como tempo de uso, volume de depósitos e tentativas de recuperar perdas para identificar potenciais riscos de compulsividade. Em situações mais graves, a legislação permite que as empresas suspendam ou bloqueiem as contas dos usuários para proteger os indivíduos.
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