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STJ elege nova diretoria e avalia caso de ministro afastado

O Superior Tribunal de Justiça realizará eleições para sua nova diretoria em 14 de abril de 2026 e, no mesmo dia, analisará o caso do ministro Marco Buzzi, afastado por acusação de importunação sexual.

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Foto: Poder360
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07/04 às 14:05

Pontos principais

  • O STJ elegerá presidente, vice-presidente e corregedor nacional de Justiça para o biênio 2026-2028 em 14 de abril de 2026.
  • A votação será secreta e simbólica, utilizando urnas eletrônicas pela primeira vez na história do tribunal.
  • Os próximos na linha de sucessão por antiguidade são Luís Felipe Salomão (presidente), Mauro Campbell (vice) e Benedito Gonçalves (corregedor).
  • A eleição foi antecipada devido à necessidade de sabatina do corregedor pelo Senado e ao ano eleitoral.
  • No mesmo dia, o Pleno do STJ analisará as conclusões da sindicância sobre o ministro Marco Buzzi, acusado de importunação sexual.
  • A expectativa é de manutenção do afastamento de Buzzi e abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), o que impediria sua aposentadoria antecipada.
  • A defesa de Buzzi nega as acusações e afirma que o ministro não pedirá aposentadoria, defendendo sua inocência.

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) realizará eleições para sua nova diretoria em 14 de abril de 2026, definindo os ocupantes dos cargos de presidente, vice-presidente e corregedor nacional de Justiça para o biênio 2026-2028. Pela primeira vez, a votação será secreta e simbólica, utilizando urnas eletrônicas. A eleição foi antecipada devido à necessidade de sabatina do corregedor pelo Senado e ao ano eleitoral, embora os mandatos atuais se mantenham até agosto de 2026. Os ministros Luís Felipe Salomão, Mauro Campbell e Benedito Gonçalves são os próximos na linha de sucessão por antiguidade para os respectivos cargos.

No mesmo dia das eleições, o Pleno do STJ analisará as conclusões da comissão de sindicância sobre o ministro Marco Buzzi, que foi afastado por acusação de importunação sexual. Há uma expectativa de que o afastamento de Buzzi seja mantido e que um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) seja aberto, o que impediria sua aposentadoria antecipada. A defesa do ministro nega as acusações e afirma que ele não pedirá aposentadoria, defendendo sua inocência.

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