Jornalista americana sequestrada no Iraque será libertada, diz grupo armado
A jornalista americana Shelly Kittleson, sequestrada há uma semana em Bagdá, será libertada pelo grupo armado Kataib Hezbollah, que exigiu sua saída imediata do Iraque.
Pontos principais
- A jornalista freelancer Shelly Kittleson, de 49 anos, foi sequestrada há uma semana em Bagdá, Iraque.
- O grupo armado Kataib Hezbollah, alinhado ao Irã, anunciou a libertação de Kittleson e pediu que ela deixe o Iraque imediatamente.
- A decisão do grupo foi atribuída às posições do primeiro-ministro cessante Mohammed Shia al-Sudani.
- Autoridades americanas e iraquianas já haviam apontado o Kataib Hezbollah como possível responsável pelo sequestro.
- Kittleson havia sido alertada sobre ameaças de sequestro por milícias ligadas ao Irã antes do incidente.
A jornalista americana Shelly Kittleson, de 49 anos, sequestrada há uma semana em Bagdá, será libertada pelo grupo armado iraquiano Kataib Hezbollah. O grupo, alinhado ao Irã, anunciou a decisão e exigiu que Kittleson deixe o Iraque imediatamente. A libertação, segundo o Kataib Hezbollah, ocorre em reconhecimento às posições do primeiro-ministro cessante Mohammed Shia al-Sudani.
Kittleson, jornalista freelancer que trabalhou para veículos como BBC e Politico, havia sido alertada sobre ameaças de sequestro por milícias ligadas ao Irã antes do incidente. Autoridades americanas e iraquianas já suspeitavam do envolvimento do Kataib Hezbollah, embora o grupo não tivesse admitido a autoria do sequestro anteriormente. Um suspeito foi preso, mas os demais sequestradores fugiram com a jornalista após um vídeo registrar o momento do sequestro.
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