Fifa corta mais de R$ 520 milhões do orçamento da Copa de 2026
A Fifa reduziu em mais de R$ 520 milhões o orçamento operacional da Copa do Mundo de 2026, visando eficiência e reinvestimento, mas gerando críticas sobre a transferência de custos.
Pontos principais
- A Fifa cortou mais de US$ 100 milhões (R$ 523 milhões) do orçamento operacional da Copa do Mundo de 2026.
- A medida busca eficiência e a meta de reinvestir mais de 90% das receitas no desenvolvimento do futebol global.
- O presidente da Fifa, Gianni Infantino, prevê que a competição gerará mais de US$ 11 bilhões em receitas, tornando-a a mais lucrativa da história.
- Críticos questionam se a redução de gastos pode transferir custos para cidades-sede e torcedores, além de criticar os altos preços de ingressos e taxas.
- Há tensão sobre os custos de segurança pública, com cidades questionando a divisão de despesas com a Fifa.
A Federação Internacional de Futebol (Fifa) anunciou um corte de mais de R$ 520 milhões (US$ 100 milhões) no orçamento operacional da Copa do Mundo de 2026. A decisão, segundo a entidade, visa promover a eficiência e garantir que mais de 90% das receitas sejam reinvestidas no desenvolvimento do futebol global. Apesar dos cortes, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, projeta que o torneio será o mais lucrativo da história, com receitas superiores a US$ 11 bilhões.
No entanto, a medida tem gerado críticas, com questionamentos sobre a possível transferência de custos para as cidades-sede e para os torcedores, que já enfrentam altos preços de ingressos e taxas. A questão da segurança pública também é um ponto de discórdia, com cidades questionando a divisão de despesas com a Fifa, e o Congresso dos EUA tendo destinado US$ 625 milhões para segurança, cuja liberação está atrasada devido à paralisação parcial do governo. A Fifa defende que as revisões orçamentárias são comuns e não comprometerão o sucesso ou a segurança do evento.
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